
Brasil entra no top 3 global de ataques de ransomware
País só perde para EUA e Índia em volume de sequestros de dados; cibercriminosos passam a usar IA e ferramentas nativas do Windows para sofisticar ataques
Ruah comenta: Análise RuahO Brasil não está no top 3 por acaso.Há três fatores estruturais que explicam essa posição:Alto grau de digitalização combinado com maturidade desigual de segurançaGrande base de pequenas e médias empresas com baixa proteção avançadaCrescimento acelerado do trabalho híbrido sem arquitetura Zero Trust consolidadaO uso de ferramentas legítimas do Windows e a integração de IA nos ataques indicam uma mudança de paradigma.A defesa agora exige:Monitoramento comportamental e não apenas assinaturaSegmentação de rede e princípio de menor privilégioAutomação de resposta a incidentesTreinamento contínuo de usuáriosEstratégias de backup imutávelEmpresas que não estruturarem defesa proativa continuarão reagindo, e não prevenindo.A questão deixou de ser “se” um incidente ocorrerá. A pergunta correta passou a ser “quando” — e o quão preparada a organização estará para responder.







